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Blog para compartilhar conhecimento, bons livros, reflexões e aprendizados

Conteúdo para quem procura ter uma vida mais produtiva, criativa e intencional

  • 7 de jul.
  • 2 min de leitura

Mantendo a tradição, irei elencar os 5 melhores livros que li no semestre. No total, foram 12 novos livros e 4 releituras.

Melhores livros 2026

Os 5 melhores foram:


  1. Produtividade Lenta (Cal Newport)


Inspirado no Slow Movement, de Carlo Petrini, o professor Cal Newport questiona o verdadeiro conceito de produtividade e elabora 3 princípios para a Slow Produtivity. Mostrando através de exemplos de escritores e pensadores como fazer menos (de forma estratégica) pode significar um trabalho muito melhor.



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  1. The Art of Pacing (Elizabeth Svoboda)


Elizabeth Svoboda mostra que se quisermos alcançar nossas metas de longo prazo em um mundo cada vez mais acelerado, precisamos aprender a balancear nossa ambição com descansos. Através de técnicas de atletas de alta performance e com embasamento científico, ela mostra de forma prática como podemos encontrar o nosso próprio ritmo e tomar decisões mais sábias sobre as nossas vidas.


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  1. Construa a vida que você quer (Arthur Brooks and Oprah Winfrey)


De forma prática e objetiva, Arthur Brooks mostra 4 pilares que precisamos trabalhar para sermos mais felizes: Família, amigos, trabalho e fé. Apresentando os desafios de cada pilar e ações que podemos pôr em prática para evitar ou mitigar essas barreiras, priorizando aquilo que importa e construindo a vida que desejamos, uma muito mais feliz.


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Veja o resumo visual aqui


  1. Herding Tigers (Todd Henry)

Gerenciar equipes criativas e talentosas exige habilidades diferentes do playbook tradicional de gerenciamento. Todd Henry mostra com exemplos reais como o líder pode oferecer as duas coisas que essas equipes mais precisam: estabilidade e desafios.


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  1. Supercomunicadores (Charles Duhigg)


Uma conversa certa, na hora certa, pode mudar tudo. Charles Duhigg mostra a importância de saber se comunicar e como qualquer pessoa pode se tornar esse supercomunicador, desde que entenda (e pratique) alguns princípios para criar uma melhor conexão.


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Essas são as 5 escolhas do semestres. Espero que tenha se interessado por algum deles.


Agora me diga: Quantos livros você leu no semestre e qual foi o melhor? Deixe nos comentários.


Compartilhe conhecimento e boas leituras.




Se você ainda não leu meu livro "Cansei! O que fazer para mudar e sair dessa vida cansada", veja os primeiros capítulos agora mesmo aqui


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  • 8 de jun.
  • 2 min de leitura

Quando pensamos em carreira o que vem na cabeça é a pirâmide corporativa. Entramos como estagiários e vamos evoluindo rumo ao topo. Esse é o modelo linear.



As regras do jogo são simples. São poucos lugares no topo e você precisa batalhar para chegar lá, mas o prêmio para quem conseguir é muito bom. Só os fortes sobrevivem e merecem ser coroados.


O trade-off é que exige dedicação do seu tempo. Se você quiser parar para cuidar dos seus filhos, por exemplo, o modelo irá dizer “Um pena! Tem alguém tão capacitado quanto você que está disposto a não sacrificar a carreira.”. A esteira precisa continuar andando.

Mas esse não é o único modelo que existe.


No livro “Construa a vida que você quer”, Arthur Brooks comenta sobre mais 3 modelos de carreira: estável, transitória e em espiral.


A carreira estável é para quem prioriza a segurança. Não tem a ambição de ganhar muito dinheiro (o suficiente para viver bem), nem de obter o status de um diretor ou um CEO. Mas gosta da estabilidade financeira e prioriza o tempo disponível para fazer outras coisas fora do ambiente de trabalho.


Andando na escala de segurança, existe também a carreira em espiral. Em vez de permanecer em uma empresa, um ramo específico, essas pessoas procuram novidades. De tempos em tempos, elas procuram algo totalmente diferente para a carreira. Vivem a vida em ciclos de 7 a 10 anos.


Utilizam as habilidades aprendidas para aplicar de forma disruptiva em outros campos. Podem ficar alguns anos fora do mercado para cuidar dos filhos e depois voltarem para algo totalmente diferente do que faziam.


E, por último, a carreira transitória, que são para pessoas desapegadas da segurança. Aqueles que adoram experimentar coisas novas e mudam de emprego não pelo dinheiro ou pelo status, mas para conhecer estilos de vida diferentes, experiências sociais ou até mesmo localidades e culturas novas.


Todas elas possuem pontos positivos e negativos. E não existe o modelo ideal para todos, porque cada pessoa tem prioridades diferentes e as próprias prioridades podem mudar ao longo da vida.


Ter o modelo mais alinhado com as suas prioridades, porém, é um grande passo para ter uma vida mais feliz.


Não se trave a um modelo somente porque as pessoas falaram que você deve seguí-lo. 

Reflita sobre o que você valoriza nessa vida. Segurança? Liberdade? Status? Experiências? Criatividade? 


Se você está em dúvida qual modelo você deveria seguir, leia as descrições novamente. Você sentirá mais empolgação em um dos modelos porque, lá no fundo, você já sabe qual é o seu modelo.

Se você já leu "Cansei" O que fazer para mudar e sair dessa vida cansada", não se esqueça de avaliar.


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Uma mãe que foi abandonada na pobreza com 3 filhos; um professor com câncer terminal lecionando suas últimas aulas; um psiquiatra que perdeu toda a sua família mas sobreviveu a um campo de concentração. Com tudo para serem infelizes, essas pessoas encontraram um caminho surpreendente para a felicidade. Como?



Arthur Brooks estudou e começou a ensinar na faculdade a utilizar a ciência para nos tornarmos mais felizes.


Neste livro, ele e Oprah Winfrey mostram que existem 2 mudanças de mentalidade que precisamos ter (compreensão da felicidade e da infelicidade; e o autogerenciamento emocional) e 4 pilares que precisamos trabalhar para sermos mais felizes: Família, amigos, trabalho e fé.


De forma prática e objetiva, Brooks traz os desafios de cada pilar e ações que podemos pôr em prática para evitar ou mitigar essas barreiras, priorizando aquilo que importa e construindo a vida que desejamos, uma muito mais feliz.


Veja o resumo visual de Construa a vida que você quer (Arthur Brooks):

Resumo visual Construa a vida que você quer

5 Principais Insights


  1. Infelicidade não é o inimigo

O primeiro passo para ter uma vida mais feliz é entender que a infelicidade não é uma barreira para você ser feliz.


Muitas pessoas acham que somente quando eliminarem a infelicidade é que serão felizes. “Quando eu ganhar muito dinheiro e não precisar me preocupar com as contas, serei feliz.”, “Se eu não precisasse pagar as contas, eu não pediria demissão e seria feliz.”.


Mas a verdade é que nunca será feliz assim, pois sempre haverá infelicidade. As pessoas que são realmente felizes, são felizes apesar das adversidades.


Podemos ser felizes mesmo com momentos de tristeza e sofrimento.


  1. Metacognição

O segundo passo é a metacognição. Ter a consciência que suas emoções e suas ações são coisas diferentes.


Sem a metacognição somos reativos às nossas emoções. Quando sentimos raiva, explodimos. Quando sentimos ansiedade, travamos. Quando sentimos tristeza, nos isolamos.


Mas o cérebro humano evoluiu a um ponto onde podemos apenas sentir e observar nossas emoções e em vez de reagir, ter a consciência de que podemos agir de outra maneira.


Quando sentimos raiva, podemos fazer um exercício de respiração ou contar até 20. Imaginar as consequências de agirmos por instinto. Imaginar, por exemplo, seu chefe lendo sua resposta mal educada em um momento de fúria. Isso pode ajudar a esfriar a cabeça e agir sem tanta raiva.


Porque as nossas emoções são apenas sinais de que algo aconteceu ao seu redor e seu corpo precisa agir. Mas as emoções não são nossas ações.


Pessoas mais felizes sabem como separar essas coisas, por isso constroem relações duradouras e conseguem alcançar uma paz interior.


  1. Conflitos em família

Conflitos em família são sinais que os membros ainda se preocupam uns com os outros. O objetivo não é fazer com que eles desapareçam, mas conseguir administrá-los e resolvê-los em conjunto, quando possível.


A maioria dos conflitos acontece por expectativas incompatíveis.


Os pais esperam algo dos filhos, mas não verbalizam e os filhos acabam não atendendo as expectativas, gerando conflitos. O inverso também é verdadeiro, os filhos possuem expectativas sobre os pais. 


O casal tem expectativas sobre o papéis de cada um na casa, mas que em geral não são compatíveis.


Portanto, a melhor forma de gerenciar conflitos é deixar claro as expectativas e parar de tentar ler a mente das pessoas. Grande parte dos problemas é por falta de comunicação.


Se esforce para melhorar o relacionamento com todos da família, porque de forma mística, “essas pessoas” fazem parte do que você é.


  1. Não é sobre Utilidade

Outro pilar da felicidade é o seu círculo social. Isso não quer dizer que você precise ser uma pessoa sociável.


Estudos mostram que ter apenas um grande amigo, além de seu cônjuge, basta para garantir a felicidade da pessoa.


Mas não é qualquer tipo de amigo.


Devido à pressão social, somos levados a fazer amigos de negócio. São aquelas pessoas que ficamos amigos no trabalho ou por interesse. Podem ser pessoas agradáveis, que conversamos bastante, mas não são aquelas que conversamos sobre assuntos profundos. Que podemos nos abrir e falar sobre os grandes problemas da vida, esses são os amigos verdadeiros.


E são os amigos verdadeiros que são essenciais para nossa felicidade.


Infelizmente, eles são aqueles mais fáceis de deixarmos de lado, porque o que faz deles verdadeiros é que eles são inúteis.


Inúteis no sentido de que não temos interesse em estar com eles. Apenas nos sentimos bem com a sua presença. Falamos coisas interessantes. Geralmente compartilhamos paixões que não tem nada a ver com trabalho.


Se quer ser mais feliz, esforce-se para manter esse tipo de amizade. Esforce-se para agitar um encontro presencial e sempre que possível pergunte como essa pessoa está.


  1. Evite Objetificação

“É muito fácil perder o seu verdadeiro eu para uma representação de si mesmo que corresponde ao seu cargo ou aos seus deveres.”

Como o trabalho ocupa grande parte do nosso dia, é comum as pessoas assumirem o seu cargo ou função como sua própria identidade.


Pergunte para alguém se descrever em 2 minutos e é muito provável que ela irá falar a profissão, o estado civil e que é pai ou mãe. E isso é a auto objetificação.


O problema com isso é que você nunca estará feliz.


Se você é o seu cargo, você sempre estará buscando o próximo cargo. 


E se por algum motivo você for demitido, você não saberá mais o que você realmente é, um dos grande motivos de depressão, pois você perdeu a sua própria identidade.


Mas a verdade é que você não é seu trabalho. A felicidade depende de você, não do seu trabalho em específico.


Tenha um plano de carreira que esteja alinhado com quem você é de fato. Em uma empresa que tenha os valores alinhados, com um chefe que também esteja alinhado.


Mas a grande dificuldade é conhecer a si mesmo.

Construir a vida que você quer não é um destino, é um exercício diário.


Leia o livro, reflita sobre como está lidando com os 4 pilares e construa uma vida melhor e mais feliz.

Esse resumo é para que você não esqueça dos principais pontos, leia o livro completo para conseguir capturar esses e outros pontos.


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