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Blog para compartilhar conhecimento, bons livros, reflexões e aprendizados

Conteúdo para quem procura ter uma vida mais produtiva, criativa e intencional

  • 12 de mar.
  • 3 min de leitura

Se você adora ficção e gostaria de escrever um livro algum dia, então você precisa aprender as lições do mestre do terror: Stephen King.


Resumo Sobre a Escrita Stephen King

King já publicou mais de 70 livros, entre eles grandes sucessos da literatura e muitos desses títulos foram adaptados para séries e filmes, como O Iluminado, À Espera de um Milagre, Um sonho de liberdade, Carrie - A estranha e muitos mais.


Particularmente, Stephen King marcou a minha adolescência com a saga A Torre Negra. Enquanto todos liam Harry Potter, eu estava entretido com a história maluca do pistoleiro contra o homem de preto. 7 volumes com mais de 4.000 páginas e muitos anos de leitura. (Opinião polêmica: Considero uma saga melhor do que O Senhor dos Anéis)


Por isso, ler sobre a escrita tem um gosto especial para mim.


Stephen King mostra de forma objetiva e prática o que ele aprendeu ao longo dos anos sobre a escrita, sobre o que precisamos para nos tornar bons escritores.


A seguir, os ensinamentos que mais me chamaram a atenção no resumo visual de Sobre a escrita (Stephen King) com muitas referências aos livros de King:

Resumo Visual Sobre a Escrita Stephen King

5 Principais Insights


  1. A porta fechada

“Escreva com a porta fechada, reescreva com a porta aberta.”

Comece escrevendo para você mesmo. Evite comentários sobre o que você está escrevendo. Sente na mesa e jogue tudo que está na sua cabeça. Sem preocupação com erros ou inconsistências.


Essa é a parte mais solitária da escrita. Se tranque numa sala e saia quando o texto estiver concluído.


Depois de acabado, esqueça o texto por um tempo. Até ele sair da sua cabeça, até você ler e não lembrar de como escreveu aquilo. Nessa hora, você pode voltar para reescrever tudo de novo. Dessa vez, com algumas pessoas próximas que podem dar feedbacks construtivos.


  1. Espaço da Escrita


O trabalho do escritor é sentar todos os dias como se fosse um trabalho e escrever.


É uma forma da Musa (a força inspiradora que vaga entre nós) saber onde te encontrar e como te utilizar para dar voz à história que ela quer contar.


  1.  Sobre o que escrever


Hoje em dia ficou muito mais fácil escrever e publicar um livro. O que diferencia o seu texto de um texto escrito por IA? Suas próprias experiências. Use o que você sabe com profundidade para dar vida a sua história.


John Grisham, um ex-advogado, que virou um escritor renomado escrevendo sobre…. Advogados. Ele usou o que ele já sabia com o trabalho para dar vida à ficção.


O que te torna único para escrever um livro?


  1. Personagens


Preste atenção ao mundo em volta de você. Personagens, geralmente, são interpretações de pessoas do mundo real.


Preste atenção em como elas falam, como elas se comportam, pense quais são suas intenções. Seja entre amigos, seja em um lugar público. Apenas observe e seja honesto quando for escrever seus personagens.


  1. Sobre a escrita


Não escreva pela fama e nem pelo dinheiro.


Se esses são seus objetivos, você pode se decepcionar. A escrita não é sobre isso.


Você deve escrever porque tem algo a dizer. Para melhorar a vida de quem lê e, principalmente, para melhorar a sua vida.


Escreva para clarear seus pensamentos, para refletir sobre o que você vive pensando, sobre os temas que te deixam curioso ou indignado. Stephen King escreve muitas vezes sobre a natureza cruel dos humanos. Escreva até para enfrentar seus fantasmas.


Escreva para você mesmo.


“Você pode, você deve e, se tomar coragem para começar, você vai.”

Esse resumo é para que você não esqueça dos principais pontos, leia o livro completo para conseguir capturar esses e outros pontos.


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Um pouco atrasado para falar de metas do ano, mas como bom brasileiro, vamos considerar que o ano só começa depois do Carnaval.


Eu vivo uma relação de amor e ódio com resoluções de Ano Novo. Em alguns anos, sigo minhas metas com disciplina. Em outros, elas viram apenas uma lista empoeirada esquecida em algum canto (como aconteceu em 2025).


Para este ano, decidi repensar completamente a forma como defino minhas metas. Abaixo estão algumas reflexões que têm me ajudado  e que talvez também façam sentido para você.


  1. Repense a janela de tempo


A virada do ano é, sim, um bom momento para refletir. Mas isso não significa que todas as metas precisem ser anuais.


Um ano costuma ser tempo demais para concluir uma tarefa. No início, a meta parece distante e desmotivadora. No fim do ano, vira uma corrida contra o relógio, gerando ansiedade.


Uma alternativa mais saudável é trabalhar com ciclos menores (3 meses, por exemplo). Outra opção é criar um ritual no meio do ano para revisar tudo o que foi definido. O importante é não ficar preso ao calendário.


  1. Foque no processo, não no resultado


Um dos motivos que me fizeram abandonar metas no passado foi a sensação de falta de controle. A maioria delas era baseada em resultados finais: patrimônio financeiro, faturamento, crescimento.


O problema é que os resultados dependem de muitas variáveis fora do nosso controle. Isso dificulta saber se estamos, de fato, evoluindo.


Uma saída é transformar metas de resultado em metas de processo. Em vez de focar no número final, vale assumir hipóteses sobre o que leva até ele e colocar a meta no que você pode executar.


Por exemplo: em vez de “atingir X de receita”, algo como “postar conteúdo no Instagram por 30 dias consecutivos”. O foco passa a ser a ação e não a ansiedade.


  1. Use metas para testar hipóteses


Mesmo quando não estão diretamente ligadas ao resultado, as metas devem apontar para algum objetivo maior. Pense nelas como experimentos.


Um exemplo simples: “Vou me exercitar logo ao acordar por 30 dias para criar o hábito e melhorar minha saúde.”


Ao final do período, pare e reflita. Vale continuar? Ajustar? Abandonar?


Talvez você descubra que o horário da manhã não funciona tão bem. Ou que treinar na hora do almoço é mais viável. Ou que deu certo  e agora faz sentido estender o desafio para 60 dias.


Metas não são compromissos eternos. São testes.


  1. Elimine antes de adicionar


Adicionar coisas à rotina é fácil. Difícil - e muito mais poderoso - é eliminar o que não gera valor.


O que você pode cortar hoje? Cancelar uma newsletter que nunca lê. Unificar relatórios com outras áreas. Eliminar reuniões recorrentes que perderam o sentido.


Menos ruído cria mais espaço para o que realmente importa.


  1. Seja egoísta (no bom sentido)


Como você pretende evoluir este ano? Quais cursos quer fazer? Quais hobbies abandonou e gostaria de resgatar?


Reserve um tempo só para você. Não para o trabalho. Não para a família. Um tempo genuinamente seu.


Se você não estiver bem  mental e emocionalmente, dificilmente conseguirá ajudar quem está à sua volta. Esse tempo é sagrado.


  1. Comemore suas metas


Associe alguma forma de comemoração às metas concluídas. Não precisa ser nada extravagante.


Toda celebração gera uma pequena dose de dopamina  e isso ajuda a consolidar novos hábitos. Quanto mais difícil a meta, melhor deve ser o prêmio.


Você merece reconhecer o esforço.



No fim das contas, é importante ter objetivos em mente. Mas metas são apenas instrumentos para direcionar nossos esforços com propósito.


Em vez de ficarmos ansiosos por números que não controlamos totalmente, vale focar na qualidade daquilo que conseguimos entregar. O resto é consequência.


Se você já leu "Cansei" O que fazer para mudar e sair dessa vida cansada", não se esqueça de avaliar.


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  • 29 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

Se você está trilhando o caminho criativo (ou pensando em começar) nada melhor do que ouvir os conselhos de uma das mentes mais criativas do mundo da música.

Resumo O ato criativo

Rick Rubin é produtor musical e esteve por trás de alguns dos discos mais importantes das últimas décadas. Trabalhou com os mais diversos gêneros e artistas, indo de Beastie Boys, Aerosmith e Red Hot Chili Peppers até Johnny Cash, passando por Metallica, Lady Gaga e Ed Sheeran.


Mas, se você espera histórias de bastidores e curiosidades desses grandes nomes, pode esquecer. O livro não faz praticamente nenhuma menção a essas figuras.


De forma disruptiva, Rubin apresenta reflexões em capítulos curtos (do jeito que eu gosto) e, em alguns momentos, quase em forma de poesia. Ele aborda os principais temas do caminho do artista: das dúvidas iniciais e inseguranças às formas de expandir o potencial criativo e descobrir a própria voz.


A seguir, compartilho os ensinamentos que mais me chamaram a atenção no resumo visual de O Ato Criativo, de Rick Rubin:


Resumo Visual O Ato Criativo

5 principais insights


1. Antenas do pensamento criativo


O artista funciona como uma antena, capaz de captar a frequência do Universo. Somos apenas o veículo por meio do qual essas ideias são transmitidas. Capturamos, interpretamos, transmutamos e compartilhamos.


Os grandes artistas são aqueles que desenvolvem a sensibilidade para perceber esses sinais sutis.


Uma das formas de treinar essa sensibilidade é prestar atenção profunda àquilo que te atrai  e também ao que não te atrai.


“Essas transmissões são sutis: estão sempre presentes, mas não são fáceis de perceber. Se não estivermos procurando pistas, elas passam sem que sequer as notemos.”

2. O caminho criativo

“A arte é uma carreira instável para a maioria das pessoas. É comum que a recompensa financeira venha em ondas, quando vem.”

A pressão por ganhar dinheiro pode desvirtuar a arte. Um caminho possível é encontrar um trabalho que te sustente e, ao mesmo tempo, dê espaço para explorar sua criatividade, seja dentro ou fora dele.


Se você já sabe em qual área pretende atuar como artista, uma alternativa é buscar um emprego no mesmo ramo ou até estagiar nas horas vagas para entender como tudo funciona na prática.


3. Fazer arte não é uma competição

“Não jogamos para vencer; jogamos para jogar. No fim das contas, jogar é divertido. O perfeccionismo atrapalha a diversão. Uma meta mais hábil é encontrar conforto no processo.”

No início, é comum cair na armadilha da comparação. Isso pode nos desmotivar e até nos fazer abandonar o jogo.


Mas a arte é uma extensão de quem somos. Ninguém compete com você em ser você. O foco deve estar em desenvolver suas habilidades para se expressar da melhor forma possível - sem comparações.


4. Um único público

“A meta principal não é receber notas ou opiniões. Esta é sua obra, sua expressão. Você é o único público que importa.”

O que realmente importa é você estar satisfeito com o resultado e com o esforço colocado na obra.


Depois de compartilhá-la, você perde o controle sobre a reação das outras pessoas. Algumas vão gostar, outras não. E não há como prever. O que está sob seu controle é o nível de satisfação ao concluir o trabalho.


E quanto mais inovadora for a obra, maior a chance de gerar rejeição. E tudo bem. Se isso não acontecer, talvez seja um sinal de que você não foi longe o bastante.


5. Energia


O entusiasmo é a energia que guia a obra. Saber reconhecer quando ele está se esgotando é essencial para repensar o caminho e, talvez, voltar alguns passos.


Às vezes, a ideia ainda não estava pronta para ser lançada. Em outras, fomos longe demais nos detalhes.


Como artistas, devemos seguir o entusiasmo. Onde há entusiasmo, há energia. É ela que nos mantém em movimento, mesmo nos momentos de dúvida.


“O êxtase é a bússola que indica o verdadeiro norte. Ele surge genuinamente no processo de criação.”

Esse resumo é para que você não esqueça dos principais pontos, leia o livro completo para conseguir capturar esses e outros pontos.


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