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Blog para compartilhar conhecimento, bons livros, reflexões e aprendizados

Conteúdo para quem procura ter uma vida mais produtiva, criativa e intencional

  • 28 de jul. de 2021
  • 1 min de leitura

O ciclo de vida do Urocordado pode servir como uma boa reflexão sobre o nosso próprio comportamento. Esse animal marinho passa por transformações um tanto quanto peculiares.

Não seja o Urocordado

No início da vida, eles nadam como larvas à procura de um lugar para se fixar. Assim que eles encontram, eles sofrem uma metamorfose, virando uma espécie de filtro de água.


E uma das fontes de energia para essa transformação é conseguida através do consumo do próprio cérebro. Isso mesmo! Como zumbis, eles comem o próprio cérebro.


Por que ele faz isso?


Porque ele não precisa mais do cérebro. A função do cérebro é basicamente achar um lugar seguro e ficar lá. Depois não precisa do cérebro para tomar decisões, ele se torna algo inútil.


E como isso tem a ver com o nosso comportamento?


Basicamente, esse é o efeito do status quo, do piloto automático.


Tirando a parte de consumir o próprio cérebro, toda vez que entramos no automático, fazemos as coisas sem pensar, com uma esponja sugando água por instinto. Paramos de usar o cérebro.


Toda vez que nos acomodamos nos lugares seguros, ficamos um pouco mais parecidos com o urocordado.


Reflita! Questione-se! O que você tem feito sem pensar? Sem intencionalidade?


Sai da zona de conforto! NÃO SEJA O UROCORDADO!


 
 
 

O pessimista é aquela pessoa que não tem esperança ou confiança que coisas boas podem acontecer.

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O pessimista não será um bom líder, pois liderança exige confiança no potencial alheio, exige acreditar que a sua equipe fará melhor do que você. Um chefe pessimista, pelo contrário, é bem comum.


O pessimista terá dificuldades em trabalhar em equipe. Pois será difícil acreditar que os outros irão fazer o melhor, assim como ele.


O pessimista dificilmente irá inovar. A inovação necessita de mudança e mudança é algo que apavora o pessimista. Porque a mudança nunca vem para o bem.


O pessimista terá dificuldades em ser criativo. A criatividade está correlacionada com a falha. Um movimento de encontrar novas soluções através de várias tentativas que podem dar errado, com a esperança de que uma delas dê certo. O pessimista não tem essa confiança.


O pessimista dificilmente terá iniciativa. Agir primeiro significa errar primeiro. A melhor estratégia é esperar alguém errar antes.


Mas se tem algo que o pessimista faz bem é influenciar os outros. O pessimismo se espalha como erva daninha, pois está cravado no nosso DNA.


“Por razões que nunca entendi, as pessoas gostam de ouvir que o mundo está indo ladeira abaixo” Deirdre McCloskey, historiador

Por isso, você só precisa de um pessimista na equipe para que no futuro tenha tantos outros.


Mas você pode argumentar: Os pessimistas são bons para manter os pés no chão. São realistas e não vivem nas nuvens.


Concordo, mas para isso você não precisa de um pessimista, você precisa de processos que tragam os otimistas para a realidade.


Crie mecanismos para blindar uma nova ideia, dê feedbacks sinceros, esteja aberto ao erro, abrace as mudanças. Mas não dependa do pessimista.


É muito mais fácil voar controlando o peso de um balão do que tentar fazer um peso voar pendurado em balões.


 
 
 
  • 21 de jul. de 2021
  • 1 min de leitura

Adoramos novidades, gostamos de conhecer coisas novas, de descobrir ideias e produtos que irão transformar as nossas vidas, queremos sempre contar e compartilhar com nossos amigos algo que eles também nunca viram… desde que essa coisa não seja tão disruptiva.

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Existe uma linha limite no nível da inovação gerada, que é onde reside a nossa aceitação.


Isso porque mudar totalmente algo é contra instintivo. O nosso cérebro primata odeia ter que aprender tudo novamente, ele odeia mudanças.


Muitas inovações demoram anos para se concretizarem. O telefone celular, por exemplo, foi inventado quase 20 anos antes da sua aceitação em massa.


Como humanos, estamos sempre nessa batalha entre querer o novo e se sentir seguro no velho. É difícil dar um passo no escuro.


Por isso, a inovação, por mais tentador que seja viajar no mundo do impossível, precisa estar ancorada no antigo, porque ela só acontece quando existe um público que entende, aceita e aprova a mudança gerada.


Não é por acaso que o iWatch, mesmo querendo ser muito inovador, ainda se parece com um relógio antigo.


Mas tudo isso não nos impede de pensarmos muito mais a frente.


Primeiro, porque estimula a criatividade. Uma habilidade que precisa ser praticada para evoluir, assim como um músculo.


Segundo, porque a visão de futuro, por mais impossível que pareça, nos serve de norte. Talvez o destino final seja totalmente diferente do imaginado (e na grande maioria é), mas o fato de termos um objetivo nos puxa para frente e muitas vezes é somente disso que nós precisamos.


Como disse Bruce Lee:

“Um alvo nem sempre serve para ser atingido, muitas vezes ele serve simplesmente como algo para se mirar.”

 
 
 
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