Perguntas profundas
Todo ser humano gosta de se conectar com outras pessoas e uma das melhores formas é através da conversa, mais precisamente, através de perguntas profundas.

Estudos mostram que as pessoas ficam mais felizes quando podem responder perguntas profundas.
No começo, pode parecer difícil pois exige compartilhar uma vulnerabilidade, mas é exatamente a vulnerabilidade que gera a conexão.
E o que diferencia uma pergunta profunda de uma superficial?
Especialistas mostraram que perguntas superficiais focam em fatos, em experiências cotidianas ou em opiniões não controversas, como por exemplo “Onde você trabalha?”, “Em que faculdade você estudou?”.
Perguntas profundas, por sua vez, investigam valores, crenças, juízos ou experiências marcantes. Elas estimulam às pessoas a falarem sobre sentimentos.
O mais interessante é que praticamente toda pergunta superficial pode ser transformada em uma pergunta profunda.
Em vez de perguntar “Você trabalha com o quê?”, você pode perguntar “Quais atividades te dão mais prazer no seu trabalho?”. “Onde você mora?” pode virar “Qual é o melhor lugar que você já morou?”.
Um fator chave para criar essa conexão é escutar atentamente a resposta das perguntas profundas e compartilhar também alguma vulnerabilidade. Essa reciprocidade é que pode tornar uma conversa interessante.
Na próxima conversa, pense como você pode transformar suas perguntas em perguntas profundas e, assim, criar uma melhor conexão.

Reflexão de como aplicar as ideias do livro Supercomunicadores de Charles Duhigg.
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